XPCM11 acelera reestruturação do The Corporate e eleva taxa de ocupação com novos contratos

23/02/2026 • por Admim
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XPCM11 acelera reestruturação do The Corporate e eleva taxa de ocupação com novos contratos

No relatório gerencial de janeiro/2026, o fundo XPCM11 avançou no plano de reestruturação do único ativo – o edifício The Corporate em Macaé (RJ) – com a assinatura de dois novos contratos de locação, elevando a ocupação para 47,7%. A gestão também reduziu custos operacionais e mantém negociações em andamento para ampliar ainda mais a ocupação. Resultado financeiro do mês ficou negativo em R$ 402 mil (≈ -R$ 0,17 por cota).

Visão geral do fundo e contexto operacional

  • Fundo: XPCM11 – XP Corporate Macaé, fundo imobiliário de lajes corporativas monoativo com prazo indeterminado e foco em renda passiva com o edifício The Corporate, localizado em Macaé (RJ).
  • Gestão: Desde agosto/2025, sob a responsabilidade da Urca Capital; administração também atualizada para Oslo DTVM.
  • Área locável do ativo: 19.664 m².
  • Número de cotistas: 16.263.

📈 Principais destaques do relatório de janeiro/2026

🔹 Aumento da ocupação com novos contratos

  • Em novembro e dezembro/2025, foram assinados dois novos contratos de locação com empresas Akofs e ABZ, somando 865,75 m² de área locável.
  • Com isso, a taxa de ocupação do ativo passou para 47,7%, frente a níveis inferiores no período anterior.
  • Também foram formalizadas locações de vagas de garagem e espaços térreos, gerando receita adicional de R$ 20 mil/mês.

🔹 Pipeline de negociações em andamento

  • A gestão indicou a existência de 3 negociações em andamento que, se concretizadas, podem elevar a ocupação em aproximadamente 5 pontos percentuais adicionais.

🔹 Redução de custos operacionais

  • Medidas focadas em otimização de custos reduziram o chamado “cash burn” (fluxo de caixa negativo operacional) de cerca de R$ 120 mil/mês para aproximadamente R$ 60 mil/mês.

📉 Resultado financeiro de janeiro

  • O resultado financeiro de janeiro/2026 apresentou prejuízo de R$ 402 mil, equivalente a cerca de -R$ 0,17 por cota, influenciado por:
    • Inadimplência de R$ 340 mil em receitas de aluguel, ainda em processo de regularização com acordos em andamento;
    • Despesas condominiais elevadas, principalmente associadas às áreas vagas.

📌 Observações da gestão

  • A equipe gestora destacou a importância do plano de turnaround do ativo, que combina atração de novos locatários e redução de custos, com o objetivo final de melhorar a sustentabilidade operacional do fundo.
  • A expectativa da gestão é que a conclusão dos atuais processos negociais contribua para elevar os níveis de ocupação nos próximos meses.

📌 Esse conteúdo não deve ser considerado indicação de investimentos, informações são retiradas das publicações do administrador do fundo na B3.
👉 Relatório utilizado: https://fnet.bmfbovespa.com.br/fnet/publico/exibirDocumento?id=1119006&cvm=true